Segundo o ministro da Fazenda, a alta dos preços em setembro está relacionada com um "choque de oferta", o que teria gerado pressões inflacionárias momentâneas
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| O chefe da equipe econômica disse ainda que o BC precisa ter cautela ao definir a taxa Selic e que a alta dos juros não reverte o impacto da estiagem (foto: Diogo Zacarias) |
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o crescimento da inflação registrado no mês de setembro é temporário e culpou a seca pelo fato. O chefe da equipe econômica afirmou ainda que o Banco Central precisa ter cautela ao definir a taxa básica de juros da economia (Selic) e que a alta dos juros não reverte o impacto da estiagem.








